Maurício Tardin
A voz na linha de frente — entre o rugido do rock e a narrativa do country sombrio.
Riffs pesados, poeira de estrada, grooves hipnóticos e histórias que poderiam terminar num saloon — ou começar nele.
A Freak Riders nasce no cruzamento entre o peso do rock, a sujeira do blues, a alma do country e a atmosfera psicodélica do stoner.
Não é uma reconstituição do velho oeste. É o velho oeste depois da meia-noite: urbano, elétrico, sombrio e imprevisível. Um repertório que atravessa décadas sem perder a identidade — feito para bares, festivais e palcos onde a música precisa soar viva.
Quatro personalidades diferentes, conectadas pelo mesmo pulso: intensidade, presença de palco e repertório com identidade.
A voz na linha de frente — entre o rugido do rock e a narrativa do country sombrio.
Riffs, texturas e solos que cruzam o clássico, o stoner e a poeira do deserto.
Grave, pulsação e estrada: a fundação que mantém a cavalgada pesada.
O motor da máquina — groove, impacto e dinâmica para conduzir cada curva.
Uma viagem por clássicos e lados obscuros do rock, costurada por timbres quentes, baixo pulsante, bateria orgânica e vocais com personalidade.
Riffs secos, fuzz e pressão de palco.
Country, blues e histórias sem final feliz.
Psicodelia, indie e tensão cinematográfica.
Uma amostra da linguagem visual da banda: calor, madeira, ferrugem, fumaça e palco apertado.



Shows em casas de rock, festivais, eventos temáticos e noites que pedem volume alto. Os contatos serão adicionados na próxima etapa.